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Introdução: A patela está localizada no interior do mecanismo extensor do joelho; Sua fratura representa 1% de todas as fraturas do esqueleto Pode se dar por 2 motivos: trauma direto ou contração violenta do quadríceps Gera uma dor em geral aguda e bem localizada. Pode-se optar por tratamentos conservadores ou cirúrgicos, conforme grau de fratura e idade do paciente.
Tipologia: Slides
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Luana Zanardi Lipreri
UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL - UCS ÁREA DO CONHECIMENTO DE CIÊNCIAS DA VIDA DISCIPLINA: FIT0257D - Fisioterapia Traumato-Ortopédica II PROFESSOR: CRISTIANE LUCI WEBBER
Anatomia Papel e Caneta
● A fratura da patela representa 1% de todas as fraturas do esqueleto;
● Sendo considerada uma ruptura do aparelho extensor;
● Ocorrendo 2 vezes mais no sexo masculino com mais de 48 anos;
● Menos em mulheres sendo a partir dos 55 anos;
(SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN;2003)
O principal mecanismo da lesão é: ● O trauma direto com o joelho entre 45º e 65º. ● O mecanismo indireto é representado pela contração violenta do quadríceps e geralmente causa uma fratura transversa. ● Nas combinadas tendem a serem cominutivas. ● Após a fratura, a tração do quadríceps separa os fragmentos. ● Além destas temos às fraturas osteocondrais, geralmente localizadas na parte medial da patela, que podem ser causadas por trauma direto ou mais comumente associadas a lesões esportivas.
(SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN;2003)
● Pode se diagnosticar quando o paciente não consegue fazer a extensão ativamente.
● É normal em fraturas cominutivas e com deslocamento.
● Deve-se realizar reparo com cirurgia aberta, evitando um maior déficit extensor
(KRAM; HOPPENFELD; MURTHY, 2001).
Patela bipartida congênita(PBC) ● Os bodos dos fragmentos são lisos ● Cada lado dos fragmentos tem como limite uma camada de osso cortical ● A sede do fragmento, no canto ● súpero-lateral, não é sede comum de fratura ● Às radiografias do contralateral se apresentam semelhantes ● A malformação não é mole à palpação
Fratura ● os bordos não são lisos
● não possui limite de osso cortical
● normalmente às radiografias do contralateral são diferentes
● na fratura recente é mole a palpação
(ADAMS; 1994)
● O exame clínico de incluir uma avaliação cuidadosa da pele: procurando contusões, abrasões, flictenas, e lesões abertas.
● Se a fratura está deslocada, nota-se um espaço entre os fragmentos e uma importante hemartrose.
● Se não puder estender o joelho espera-se uma ruptura do retináculo.
(SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN;2003).
é um sangramento dentro do espaço articular
raspagens uma elevação revestida por epitélio contendo líquido e com mais de 1 cm. É sinônimo de bolha
A tomografia é pouco utilizada nestes casos, porém usa-se para avaliar incongruência articular, de fratura por estresse e fraturas ocultas a radiografia.
Imagem: SciELO^ (SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN;2003)
A cintilografia pede-se apenas nos casos de suspeita de fratura por estresse.
(SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN;2003)
Imagem: Joelho no ESPORTE
● O traço da fratura pode ser classificado em transverso (20 a 50%), cominutiva (20 a 35%) e longitudinais (12 a 17%).
● Fraturas sem desvio geralmente permanecem com o retináculo extensor ainda íntegro e possibilita a extensão ativa do joelho, mostrando um melhor prognóstico.
● Às fraturas com desvio perdem a extensão ativa do joelho por lesão das fibras do retináculo , representando um pior prognóstico.
(SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN;2003).
O tratamento ortopédico tem como objetivo o alinhamento da articulação restaurando o retináculo da patela, quando for o caso e fazendo o nivelamento da fratura.
PERÍODOS: O tempo esperado para consolidação óssea é de 8 a 12 semanas e o tempo de reabilitação esperado de 12 a 15 semanas
(KRAM; HOPPENFELD; MURTHY, 2001)
Patelectomia: Quando o paciente estiver com mais de 45 anos e/ou fratura cominutiva;
Fratura cominutiva : A reconstrução perfeita é impossível, assim a melhor conduta é a patelectomia, independente da idade do paciente.
ADAMS, 1994
A conduta é direcionada pela configuração da fratura e grau de deslocamento dos fragmentos, e que o tratamento se classifica de 2 formas:
● O não Cirúrgico que inclui fraturas transversas, cominutivas e verticais não deslocadas. Utiliza-se de uma órtese ou aparelho gessado com extensão por 4 a 6 semanas, associado a descarga de peso progressiva, conforme tolerância do paciente.
SCHWARTSMANN, LECH & TELÖKEN,